23 de Abril " Dia Internacional do Livro"
Um grande livro deve ser lido na juventude, outra vez na maturidade, e novamente na velhice, como um edifício bem construído deve ser visto sob a luz da manhã, sob o sol a pino , e à luz do luar. Robertson Davies (1813-1924)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Olá, alunos dos 9ºs anos
ATENÇÃO! Esta atividade destina-se APENAS aos alunos que fizeram a PCP Substitutiva, ou seja, aos alunos que faltaram no dia da aplicação de nossa PCP.
(Renan 9ºA, Igor 9º B, Adriano 9º C e Eduarda 9º D)
ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO REFERENTE À PCP 1º TRIMESTRE
Segue uma atividade de recuperação referente à PCP substitutiva no valor de 1,0 (um ponto) a ser acrescido à nota da prova. O número da questão desta atividade corresponde à questão da PCP .Você deve copiar as perguntas em seu caderno (ou imprimi-las e colá-las) e responder ao que é solicitado. Se tiverem alguma dúvida, podem trazê-la para a sala de aula.
Apresentação da atividade no caderno: 25/04 (quarta-feira)
01 – De acordo com o texto Informação: seleção, ponto de vista e persuasão qual é o primeiro momento da informação? E o segundo momento da informação?
02 - Transcreva do texto o trecho que fala da importância dos meios de comunicação para nosso conhecimento do mundo.
03 – Transcreva do texto o trecho que fala da importância de questionar os interesses de quem está produzindo a informação.
04 – Das alternativas que NÃO são as corretas, destaque as palavras que denotam que as informações são escolhidas antes de chegar ao público. (Ex. Na alternativa a), o verbo “selecionam”)
05 – Nas orações dos itens “a” a “d”, substitua as conjunções coordenativas por outras de mesmo valor semântico.
06 – a) Una as duas orações com uma conjunção que estabeleça a relação correta entre elas.
b) Faça o mesmo com as orações do item c).
c) Substitua a conjunção por outra de mesmo valor no período do item d)
d) Faça o mesmo com as orações do item e)
07 – Em “Essa é a garota com quem partilharei o quarto que você reservou?”, transforme o período composto em três períodos simples (com uma oração cada uma). Dica: A primeira oração é a oração principal; as demais orações começam com pronomes relativos. Substitua-os pelos seus antecedentes.
08 – Faça conforme o modelo nas orações b) a f)
a) Este é o condomínio cujas casas foram assaltadas por uma quadrilha.
Este é o condomínio. As casas do condomínio foram assaltadas por uma quadrilha. Função sintática de “cujas”: adj.adnominal.
09 – Faça o mesmo em “O lugar para onde alguns animais do zoológico foram transferidos não é adequado.
10 – Transforme os períodos compostos dos itens II a VI em períodos simples substituindo as orações substantivas por substantivos.
Ex.: I – Ela nos avisara que podíamos fazer refeições ligeiras.
Ela nos avisara do almoço.
11 – Transforme a oração subordinada subjetiva desenvolvida de sua resposta em oração subordinada subjetiva reduzida de infinito.
12 – Classifique as orações subordinadas substantivas dos itens a) e b).
ATENÇÃO! Esta atividade destina-se APENAS aos alunos que fizeram a PCP Substitutiva, ou seja, aos alunos que faltaram no dia da aplicação de nossa PCP.
(Renan 9ºA, Igor 9º B, Adriano 9º C e Eduarda 9º D)
ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO REFERENTE À PCP 1º TRIMESTRE
Segue uma atividade de recuperação referente à PCP substitutiva no valor de 1,0 (um ponto) a ser acrescido à nota da prova. O número da questão desta atividade corresponde à questão da PCP .Você deve copiar as perguntas em seu caderno (ou imprimi-las e colá-las) e responder ao que é solicitado. Se tiverem alguma dúvida, podem trazê-la para a sala de aula.
Apresentação da atividade no caderno: 25/04 (quarta-feira)
01 – De acordo com o texto Informação: seleção, ponto de vista e persuasão qual é o primeiro momento da informação? E o segundo momento da informação?
02 - Transcreva do texto o trecho que fala da importância dos meios de comunicação para nosso conhecimento do mundo.
03 – Transcreva do texto o trecho que fala da importância de questionar os interesses de quem está produzindo a informação.
04 – Das alternativas que NÃO são as corretas, destaque as palavras que denotam que as informações são escolhidas antes de chegar ao público. (Ex. Na alternativa a), o verbo “selecionam”)
05 – Nas orações dos itens “a” a “d”, substitua as conjunções coordenativas por outras de mesmo valor semântico.
06 – a) Una as duas orações com uma conjunção que estabeleça a relação correta entre elas.
b) Faça o mesmo com as orações do item c).
c) Substitua a conjunção por outra de mesmo valor no período do item d)
d) Faça o mesmo com as orações do item e)
07 – Em “Essa é a garota com quem partilharei o quarto que você reservou?”, transforme o período composto em três períodos simples (com uma oração cada uma). Dica: A primeira oração é a oração principal; as demais orações começam com pronomes relativos. Substitua-os pelos seus antecedentes.
08 – Faça conforme o modelo nas orações b) a f)
a) Este é o condomínio cujas casas foram assaltadas por uma quadrilha.
Este é o condomínio. As casas do condomínio foram assaltadas por uma quadrilha. Função sintática de “cujas”: adj.adnominal.
09 – Faça o mesmo em “O lugar para onde alguns animais do zoológico foram transferidos não é adequado.
10 – Transforme os períodos compostos dos itens II a VI em períodos simples substituindo as orações substantivas por substantivos.
Ex.: I – Ela nos avisara que podíamos fazer refeições ligeiras.
Ela nos avisara do almoço.
11 – Transforme a oração subordinada subjetiva desenvolvida de sua resposta em oração subordinada subjetiva reduzida de infinito.
12 – Classifique as orações subordinadas substantivas dos itens a) e b).
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Olá, queridos alunos dos 9ºs anos
Vamos recapitular algumas atividades que faremos na próxima semana:
- 9ºs A, B e C têm prazo até quarta-feira para apresentar a atividade de recuperação da PCP. O 9º D tem prazo até segunda-feira, uma vez que a correção da PCP foi feita antes das outras classes.
- A narrativa baseada nos jogos, séries, filmes ou livros deverá ser finalizada em casa (passada a limpo no caderno, a caneta, corrigindo eventuais erros de ortografia, pontuação, coesão textual, etc.) e apresentada na segunda ou terça-feira, dependendo do horário de aula.
- Iniciaremos na próxima semana o estudo sobre as orações subordinadas adverbiais. Para tanto, vocês devem copiar os conceitos do livro didático, conforme segue:
Página 120 - Orações Subordinadas Adverbiais (copiar os dois "Anotes").
Página 122 - "Anote" (inteiro); Conjunções que introduzem a oração subordinada adverbial (copiar o quadro de conjunções);
Página 133 - "Anote" (inteiro); Conjunçõs que introduzem a oração subordinada adverbial (copiar o quadro de conjunções).
Quem preferir, pode xerocar os conteúdos e colá-los no caderno (apenas o que foi indicado).
- A resenha crítica sobre o livro "Babel Hotel" deverá ser entregue até sexta-feira, lembrando que é uma atividade opcional que valerá 1,0 ponto no OIA. Seguem abaixo modelos de resenhas sobre o filme "Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada". Notem que é apresentado um resumo do enredo, bem como argumentos que justificam a opinião do resenhista (favorável ou não). Para quem não lembra como fazer uma resenha, pesquisem na internet.
De Roberto Cunha
Mais uma adaptação da literatura infanto-juvenil chega nos cinemas e o texto que se segue foi escrito por quem não leu o livro, mas viu o filme e se ele precisasse de "guia" para ser entendido, o resultado não seria bom. Felizmente, não foi o caso de As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada.
Terceiro filme da série baseada na obra de C.S. Lewis (Clive Staples Lewis), esta nova aventura pontua claramente um momento de transição dos personagens Lúcia e Edmundo, mais crescidos e um tanto quanto rebeldes. A diferença é que agora, nesta viagem, eles estarão acompanhados do primo Eustáquio, um verdadeiro mala sem alça que não leva a menor fé no mundo mágico “freqüentado” pela família.
Para colocar os jovens à prova diante de conflitos comuns como a inveja e a ganância, entre outros, a estrutura narrativa é bastante simples, condizente com o público alvo. Assim, como nos antigos jogos de tabuleiros ou nos nem tão recentes jogos eletrônicos, o roteiro vai elencando uma série de situações em que os heróis precisam se superar para atingir o próximo nível. Ou seja, enfrentar perigos para conseguir prêmios.
Na história em questão, a missão deles é recuperar sete espadas poderosas que juntas livrarão o reino das garras do mal, mas não sem antes encarar muitas dificuldades numa incrível aventura marítima e épica, na companhia de Minotauros e Sereias, temperada com algumas frases de efeito e de fácil entendimento para a garotada. "Para derrotar as trevas, precisam derrotar as trevas dentro de vocês!”, dirá um personagem. “Não fuja de quem você é”, alertará outro.
Embora para os fãs de carteirinha, lugares esquisitos e personagens estranhos possam ser familiares, para o espectador comum, certos nomes ou situações podem soar sem sentido como a participação dos Tontópodes, tendo em vista que mal "pisam" na história e logo saem do filme, mas não sem antes mostrarem que fazem muito barulho ao pular, mas nem tanto na hora de um "sequestro". Sem dúvida, algo que poderia ser melhor resolvido.
De qualquer forma, as falhas existem, mas não comprometem o resultado final e para tornar o desafio mais fácil, os reis irmãos contam com a ajuda do rei Caspian (o príncipe da aventura anterior) e do rato Ripchip. Agora, difícil mesmo é acreditar na redenção do tal primo, versão jovem do irritante Dr.Smith, da saudosa série "Perdidos no Espaço" dos anos 70.
Com efeitos especiais de qualidade (sem nenhuma inovação), combates limpos (sem vestígios de sangue) e uma trilha sonora compatível, o longa tem tudo para ser um deleite para quem curte o autor. E poderá agradar também os não iniciados, já que é uma história com começo, meio e fim, fácil de entender.
Lúcia (Georgie Henley), Edmundo (Skandr Keynes) e Eustáquio (Will Poulter) retornam para Nárnia onde se encontram com príncipe Caspian (Ben Barnes), agora rei, e outros amigos de aventuras passadas. Para encontrar os Sete Fidalgos Desaparecidos de Telmar, ele começam uma nova aventura a bordo do navio Peregrino da Alvorada, onde irão encarar guerreiros, dragões, anões e tritões. Mais uma vez, os jovens colocarão sua coragem e convicções à prova, antes que consigam chegar no limite do mundo.
C.S. Lewis é um dos maiores autores da história da literatura e a série As Crônicas de Nárnia é um de seus grandes legados, por isso é importante destacar que não é a obra dele que está em análise nesta crítica, mas sim a adaptação para os cinemas. Ao contrário do que alguns possam acreditar, o filme é uma obra individual e seu insucesso não representa mácula alguma na carreira do escritor.
Baseado em um belo livro, o filme é falho numa série de fatores, a começar pelo roteiro, que apresenta diálogos infelizes e várias soluções fáceis. Como boa história infantil, Nárnia nunca apresentou uma trama complexa, mas também nunca foi tão simples como aqui.
Ao lançar As Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa em 2005, a Walt Disney pretendia dar início a uma franquia milionária que representasse uma resposta ao domínio da Warner Bros. no mundo da fantasia, através de Harry Potter e O Senhor dos Anéis. Os bons resultados nas bilheterias geraram As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian, mas após uma decepção nas bilheterias (Caspian custou US$ 225 milhões e arrecadou US$ 141 milhões nos EUA), o estúdio do Mickey acabou abandonando afranquia.
A Fox acabou surgindo para impedir que a série acabasse na gaveta, mas infelizmente caiu nos mesmos erros da Disney, ao invés de sentar e analisar o que havia de errado. Não se pode dizer que a Fox não mudou nada, afinal temos novos nomes na direção (Michael Apted), roteiro (Michael Petroni), fotografia (Dante Spinotti), trilha sonora (David Arnold) e edição (Rick Shaine), o problema é que a concepção de como tratar a história pouco mudou.
Mas ser infantil está longe de ser o problema em As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada. A grande questão é que o filme não consegue se posicionar seja como aventura, seja como fantasia. Os fãs dos dois gêneros deverão sair decepcionados. O longa representa ainda um retrocesso no que diz respeito à fotografia e aos efeitos especiais. Ao contrário de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, aqui não exploramos o mundo de Nárnia de forma satisfatória.
Quanto aos efeitos especiais, estes são absolutamente ultrapassados e, pior, desinteressantes. É claro que os efeitos não corrigiriam as falhas do roteiro, afinal não é culpa do profissional que desenvolveu os mesmos que a grande vilã do filme seja a fumaça verde que sai de uma ilha estranha.
Com a fumaça como grande vilã vemos a talentosíssima Tilda Swinton jogada a uma ponta nada nova. Alguém ainda aguenta a personagem da feiticeira branca tentando convencer o personagem Edmundo a seguir com ela? Os dramas de Edmundo, inclusive, são os mesmos do primeiro e do segundo filme, o que deixa uma bela sensação de déjà vu. O conflito de Lúcia com sua beleza é novo, mas subaproveitado, o que é uma pena, uma vez que a jovem Georgie Henley já provou-se talentosa.
Todos as pequenas falhas em As Crônicas de Nárnia 3 poderiam acabar relevadas se não fosse um grande erro de casting. Além de Henley, nenhum nome se destaca no elenco da produção, mas a maioria ao menos não compromete. Mas isso não é o que ocorre com o jovem Will Poulter. Seu Eustáquio é um dos personagens mais insuportáveis que o cinema foi capaz de produzir nos últimos anos. É clara a intenção do filme em criar uma criança chata que, ao entrar em contato com o mundo de Nárnia, vai melhorando, mas vão tão longe em sua chatice que quando chega a hora da redenção o espectador já nem mais aguenta olhar para o personagem.
Como leitor de C.S. Lewis ainda torço para que Nárnia ganhe nova chance nas telonas, mas espero sinceramente que chamem um roteirista de renome para desenvolver a história - o atual tem como principal filme no currículo o fraquíssimo A Rainha dos Condenados - e busquem um grupo de crianças mais talentosas para retornar ao mundo mágico. Ah, é claro, também desejo jamais ver o tal Eustáquio por Nárnia novamente.
Bom final de semana a todos.
Vamos recapitular algumas atividades que faremos na próxima semana:
- 9ºs A, B e C têm prazo até quarta-feira para apresentar a atividade de recuperação da PCP. O 9º D tem prazo até segunda-feira, uma vez que a correção da PCP foi feita antes das outras classes.
- A narrativa baseada nos jogos, séries, filmes ou livros deverá ser finalizada em casa (passada a limpo no caderno, a caneta, corrigindo eventuais erros de ortografia, pontuação, coesão textual, etc.) e apresentada na segunda ou terça-feira, dependendo do horário de aula.
- Iniciaremos na próxima semana o estudo sobre as orações subordinadas adverbiais. Para tanto, vocês devem copiar os conceitos do livro didático, conforme segue:
Página 120 - Orações Subordinadas Adverbiais (copiar os dois "Anotes").
Página 122 - "Anote" (inteiro); Conjunções que introduzem a oração subordinada adverbial (copiar o quadro de conjunções);
Página 133 - "Anote" (inteiro); Conjunçõs que introduzem a oração subordinada adverbial (copiar o quadro de conjunções).
Quem preferir, pode xerocar os conteúdos e colá-los no caderno (apenas o que foi indicado).
- A resenha crítica sobre o livro "Babel Hotel" deverá ser entregue até sexta-feira, lembrando que é uma atividade opcional que valerá 1,0 ponto no OIA. Seguem abaixo modelos de resenhas sobre o filme "Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada". Notem que é apresentado um resumo do enredo, bem como argumentos que justificam a opinião do resenhista (favorável ou não). Para quem não lembra como fazer uma resenha, pesquisem na internet.
RESENHA CRÍTICA DO FILME “CRÔNICAS DE
NÁRNIA – A VIAGEM DO PEREGRINO DA ALVORADA”
Exemplo de crítica favorávelDe Roberto Cunha
Mais uma adaptação da literatura infanto-juvenil chega nos cinemas e o texto que se segue foi escrito por quem não leu o livro, mas viu o filme e se ele precisasse de "guia" para ser entendido, o resultado não seria bom. Felizmente, não foi o caso de As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada.
Terceiro filme da série baseada na obra de C.S. Lewis (Clive Staples Lewis), esta nova aventura pontua claramente um momento de transição dos personagens Lúcia e Edmundo, mais crescidos e um tanto quanto rebeldes. A diferença é que agora, nesta viagem, eles estarão acompanhados do primo Eustáquio, um verdadeiro mala sem alça que não leva a menor fé no mundo mágico “freqüentado” pela família.
Para colocar os jovens à prova diante de conflitos comuns como a inveja e a ganância, entre outros, a estrutura narrativa é bastante simples, condizente com o público alvo. Assim, como nos antigos jogos de tabuleiros ou nos nem tão recentes jogos eletrônicos, o roteiro vai elencando uma série de situações em que os heróis precisam se superar para atingir o próximo nível. Ou seja, enfrentar perigos para conseguir prêmios.
Na história em questão, a missão deles é recuperar sete espadas poderosas que juntas livrarão o reino das garras do mal, mas não sem antes encarar muitas dificuldades numa incrível aventura marítima e épica, na companhia de Minotauros e Sereias, temperada com algumas frases de efeito e de fácil entendimento para a garotada. "Para derrotar as trevas, precisam derrotar as trevas dentro de vocês!”, dirá um personagem. “Não fuja de quem você é”, alertará outro.
Embora para os fãs de carteirinha, lugares esquisitos e personagens estranhos possam ser familiares, para o espectador comum, certos nomes ou situações podem soar sem sentido como a participação dos Tontópodes, tendo em vista que mal "pisam" na história e logo saem do filme, mas não sem antes mostrarem que fazem muito barulho ao pular, mas nem tanto na hora de um "sequestro". Sem dúvida, algo que poderia ser melhor resolvido.
De qualquer forma, as falhas existem, mas não comprometem o resultado final e para tornar o desafio mais fácil, os reis irmãos contam com a ajuda do rei Caspian (o príncipe da aventura anterior) e do rato Ripchip. Agora, difícil mesmo é acreditar na redenção do tal primo, versão jovem do irritante Dr.Smith, da saudosa série "Perdidos no Espaço" dos anos 70.
Com efeitos especiais de qualidade (sem nenhuma inovação), combates limpos (sem vestígios de sangue) e uma trilha sonora compatível, o longa tem tudo para ser um deleite para quem curte o autor. E poderá agradar também os não iniciados, já que é uma história com começo, meio e fim, fácil de entender.
Exemplo de crítica negativa
De Lucas SalgadoLúcia (Georgie Henley), Edmundo (Skandr Keynes) e Eustáquio (Will Poulter) retornam para Nárnia onde se encontram com príncipe Caspian (Ben Barnes), agora rei, e outros amigos de aventuras passadas. Para encontrar os Sete Fidalgos Desaparecidos de Telmar, ele começam uma nova aventura a bordo do navio Peregrino da Alvorada, onde irão encarar guerreiros, dragões, anões e tritões. Mais uma vez, os jovens colocarão sua coragem e convicções à prova, antes que consigam chegar no limite do mundo.
C.S. Lewis é um dos maiores autores da história da literatura e a série As Crônicas de Nárnia é um de seus grandes legados, por isso é importante destacar que não é a obra dele que está em análise nesta crítica, mas sim a adaptação para os cinemas. Ao contrário do que alguns possam acreditar, o filme é uma obra individual e seu insucesso não representa mácula alguma na carreira do escritor.
Baseado em um belo livro, o filme é falho numa série de fatores, a começar pelo roteiro, que apresenta diálogos infelizes e várias soluções fáceis. Como boa história infantil, Nárnia nunca apresentou uma trama complexa, mas também nunca foi tão simples como aqui.
Ao lançar As Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa em 2005, a Walt Disney pretendia dar início a uma franquia milionária que representasse uma resposta ao domínio da Warner Bros. no mundo da fantasia, através de Harry Potter e O Senhor dos Anéis. Os bons resultados nas bilheterias geraram As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian, mas após uma decepção nas bilheterias (Caspian custou US$ 225 milhões e arrecadou US$ 141 milhões nos EUA), o estúdio do Mickey acabou abandonando afranquia.
A Fox acabou surgindo para impedir que a série acabasse na gaveta, mas infelizmente caiu nos mesmos erros da Disney, ao invés de sentar e analisar o que havia de errado. Não se pode dizer que a Fox não mudou nada, afinal temos novos nomes na direção (Michael Apted), roteiro (Michael Petroni), fotografia (Dante Spinotti), trilha sonora (David Arnold) e edição (Rick Shaine), o problema é que a concepção de como tratar a história pouco mudou.
Mas ser infantil está longe de ser o problema em As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada. A grande questão é que o filme não consegue se posicionar seja como aventura, seja como fantasia. Os fãs dos dois gêneros deverão sair decepcionados. O longa representa ainda um retrocesso no que diz respeito à fotografia e aos efeitos especiais. Ao contrário de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, aqui não exploramos o mundo de Nárnia de forma satisfatória.
Quanto aos efeitos especiais, estes são absolutamente ultrapassados e, pior, desinteressantes. É claro que os efeitos não corrigiriam as falhas do roteiro, afinal não é culpa do profissional que desenvolveu os mesmos que a grande vilã do filme seja a fumaça verde que sai de uma ilha estranha.
Com a fumaça como grande vilã vemos a talentosíssima Tilda Swinton jogada a uma ponta nada nova. Alguém ainda aguenta a personagem da feiticeira branca tentando convencer o personagem Edmundo a seguir com ela? Os dramas de Edmundo, inclusive, são os mesmos do primeiro e do segundo filme, o que deixa uma bela sensação de déjà vu. O conflito de Lúcia com sua beleza é novo, mas subaproveitado, o que é uma pena, uma vez que a jovem Georgie Henley já provou-se talentosa.
Todos as pequenas falhas em As Crônicas de Nárnia 3 poderiam acabar relevadas se não fosse um grande erro de casting. Além de Henley, nenhum nome se destaca no elenco da produção, mas a maioria ao menos não compromete. Mas isso não é o que ocorre com o jovem Will Poulter. Seu Eustáquio é um dos personagens mais insuportáveis que o cinema foi capaz de produzir nos últimos anos. É clara a intenção do filme em criar uma criança chata que, ao entrar em contato com o mundo de Nárnia, vai melhorando, mas vão tão longe em sua chatice que quando chega a hora da redenção o espectador já nem mais aguenta olhar para o personagem.
Como leitor de C.S. Lewis ainda torço para que Nárnia ganhe nova chance nas telonas, mas espero sinceramente que chamem um roteirista de renome para desenvolver a história - o atual tem como principal filme no currículo o fraquíssimo A Rainha dos Condenados - e busquem um grupo de crianças mais talentosas para retornar ao mundo mágico. Ah, é claro, também desejo jamais ver o tal Eustáquio por Nárnia novamente.
Bom final de semana a todos.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Olá, pessoal
Segue uma atividade de recuperação referente à PCP realizada no dia 04/04/12, no valor de 1,0 (um ponto) a ser acrescido à nota da prova. O número da questão desta atividade corresponde à questão da PCP (não há pergunta referente à questão 12). Você deve copiar as perguntas em seu caderno (ou imprimi-las e colá-las) e responder ao que é solicitado. Se vc prestar atenção à correção que faremos em sala de aula, não terá dificuldades em realizar esta tarefa. Na próxima semana combinaremos a data para apresentação da atividade.
1 -
a) De acordo com o texto Ignor@antes, de Gilberto Dimenstein, em um teste sobre história realizado pelo governo federal, quais informações os alunos americanos desconheciam?
b) Quem foi Winston Churchil?
2 - Transcreva do texto o período que justifica a alternativa correta.
3 - Os dois primeiros parágrafos apresentam ideias que se opõem: a quantidade de informações a que os americanos têm acesso e o nível de ignorância que assola o país. Construa um período composto por orações coordenadas, unindo-as por meio de uma conjunção que estabelaça essa ideia de oposição.
4 - Reescreva os períodos dos itens a), b) e c), substituindo as conjunções coordenativas por outras de mesmo valor.
5 - Una as orações dos períodos dos itens a) e b) com conjunções que estabeleçam a relação adequada e substitua as dos itens d) e e) por outras de mesmo valor.
6 - Desmembre as orações do período "O Ronaldo que o Corínthians contratou não é o Ronaldo que foi goleador na Copa de 2002", substituindo os pronomes relativos pelos termos que os antecedem. A seguir, indique a função sintática dos pronomes relativos.
Dica: Temos três verbos, portanto, três orações.
7 - Faça o mesmo solicitado na questão 6 com as orações a) a f).
8 - Substitua a oração destacada por um adjetivo.
9 - Substitua as orações destacadas nos itens I a VI por substantivos.
10 - Classifique a oração subordinada substantiva.
11 - Classifique as orações subordinadas substantivas dos itens a) e b) que estão em destaque.
quarta-feira, 28 de março de 2012
"Viver é desenhar sem borracha." (Millôr Fernandes)
sexta-feira, 9 de março de 2012
Olá, pessoal
Em nossa próxima aula conversaremos sobre um concurso internacional de redação de cartas que está sendo promovido pelos Correios. Convido quem quiser participar a elaborar uma carta que deverá seguir o seguinte tema: "Escreva uma carta a um atleta ou a uma personalidade esportiva que admira para lhe dizer o que significam os Jogos Olímpicos para você".
Acessem o site www.correios.com.br < Sobre os correios < Educação e Cultura < Concurso de Cartas. Lá encontrarão informações mais detalhadas sobre o concurso: regulamento, premiação e formulário de redação. As inscrições deverão ser feitas pela escola até o dia 16 de março de 2012. Tragam as cartas escritas por vocês nas nossas próximas aulas para que eu possa dar uma olhada. Quem preferir, pode mandá-la para meu e-mail telma.nanci@hotmail.com. Lembrando que só podem participar alunos que tenham até 15 anos de idade.
Seguem algumas orientações para produzirem a carta:
1 - Procure na internet ou em jornais informações a respeito do atleta ou da personalidade esportiva que admira;
2 - Defina exatamente o que significam os Jogos Olímpicos para você;
3 - Faça uma lista de argumentos que serão utilizados para fundamentar o seu ponto de vista sobre o assunto e pense em como desenvolvê-los;
4 - Ao redigir a carta, posicione-se na introdução. No desenvolvimento, apresente seus argumentos e defenda seu ponto de vista; apresente uma conclusão, que pode ser uma retomada das ideias expostas;
5 - Não se esqueça das partes obrigatórias do gênero "carta" (destinatário, saudação inicial, cidade e data e expressão cordial de despedida);
6 - Concluído o texto, revise-o e faça as alterações necessárias. Verifique, por exemplo, se a carta deixa claro o que significam os Jogos Olímpicos para você; se ela apresenta argumentos claros e consistentes, que fundamentem bem o ponto de vista apresentado; se a linguagem está de acordo com a variedade padrão formal; se os pronomes de tratamento são adequados ao perfil do interlocutor e se há assinatura do remetente.
Bjs.
Telma
Em nossa próxima aula conversaremos sobre um concurso internacional de redação de cartas que está sendo promovido pelos Correios. Convido quem quiser participar a elaborar uma carta que deverá seguir o seguinte tema: "Escreva uma carta a um atleta ou a uma personalidade esportiva que admira para lhe dizer o que significam os Jogos Olímpicos para você".
Acessem o site www.correios.com.br < Sobre os correios < Educação e Cultura < Concurso de Cartas. Lá encontrarão informações mais detalhadas sobre o concurso: regulamento, premiação e formulário de redação. As inscrições deverão ser feitas pela escola até o dia 16 de março de 2012. Tragam as cartas escritas por vocês nas nossas próximas aulas para que eu possa dar uma olhada. Quem preferir, pode mandá-la para meu e-mail telma.nanci@hotmail.com. Lembrando que só podem participar alunos que tenham até 15 anos de idade.
Seguem algumas orientações para produzirem a carta:
1 - Procure na internet ou em jornais informações a respeito do atleta ou da personalidade esportiva que admira;
2 - Defina exatamente o que significam os Jogos Olímpicos para você;
3 - Faça uma lista de argumentos que serão utilizados para fundamentar o seu ponto de vista sobre o assunto e pense em como desenvolvê-los;
4 - Ao redigir a carta, posicione-se na introdução. No desenvolvimento, apresente seus argumentos e defenda seu ponto de vista; apresente uma conclusão, que pode ser uma retomada das ideias expostas;
5 - Não se esqueça das partes obrigatórias do gênero "carta" (destinatário, saudação inicial, cidade e data e expressão cordial de despedida);
6 - Concluído o texto, revise-o e faça as alterações necessárias. Verifique, por exemplo, se a carta deixa claro o que significam os Jogos Olímpicos para você; se ela apresenta argumentos claros e consistentes, que fundamentem bem o ponto de vista apresentado; se a linguagem está de acordo com a variedade padrão formal; se os pronomes de tratamento são adequados ao perfil do interlocutor e se há assinatura do remetente.
Bjs.
Telma
quarta-feira, 7 de março de 2012
Olá, pessoal
Seguem alguns exercícios de apoio sobre orações subordinadas adjetivas. Tentem fazer em casa e faremos a correção na sala.
http://www.mediafire.com/?y74knpyq8pu42ik
Seguem alguns exercícios de apoio sobre orações subordinadas adjetivas. Tentem fazer em casa e faremos a correção na sala.
http://www.mediafire.com/?y74knpyq8pu42ik
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